Bloga-me com Força

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7.27.2006

Tom Sharpe: o mestre da escrita viperina


Peço desculpas a quem lê com alguma regularidade este blog, mas devido a um misto de falta de vontade e de tempo, tenho estado um pouco ausente e descurado a actualização do mesmo.

Assim, ultrapassada a fase de falta de criatividade e na continuidade de alguns post que aqui tenho colocado, volto à temática sobre os escritores da minha vida, sendo que desta vez o afortunado eleito é Tom Sharpe.

Tom Sharpe nasceu em 1928 em Inglaterra e viveu na África do Sul a partir de 1951, até ser deportado por razões políticas, em 1961. Sharpe foi professor e proprietário de um estúdio fotográfico em Pietermaritzburg. Após a deportação, tornou-se professor de História em Cambridge. Começou a escrever a série sobre a personagem Henry Wilt a partir de 1976, tendo a mesma sido adaptada à televisão. A saga de Wilt é sem dúvida a mais conhecida deste autor e conta já com 4 volumes: “Wilt”, “A alternativa Wilt”, “Wilt na Maior” e lançado muito recentemente: “Wilt em parte incerta”. Para além destes existem muitos outros livros, entre os quais destaco: “Vícios Ancestrais”, “A Epopeia do Senhor Skullion” e o fabuloso “Herança Colonial”.

Nos seus livros Sharpe ridiculariza magistralmente o regime político do apartheid, sempre através de situações que têm tanto de cómico como de imprevisível, quase como se a vida fosse um grande circo onde os espectáculos mais improváveis podem acontecer. O gosto pela sátira social transforma os seus livros em verdadeiras pérolas de humor negro e requintado, para gáudio dos leitores. Um humor que podemos mesmo equiparar ao dos Monty Python.

Vale mesmo a pena ler este autor, trazido até nós pela editora Teorema, pela sua riqueza literária, pelo estilo inconfundível e, sem margem para dúvidas, pelo seu humor.

7.13.2006

...


Estou a precisar de férias!

7.10.2006

Só para elas

Normalmente recuso-me a ter discursos sexistas, mas hoje vou abrir uma excepção e escrever uma posta exclusivamente dedicada às senhoras, isto porque, inquestionavelmente, são as leitoras deste blog, e não os leitores, aquelas que melhor vão compreendê-la.

Hoje decidi falar da guerra que é travada por quase todas as mulheres existentes neste mundo: a guerra contra a “Lipodistrofia Ginóide”, vulgo CELULITE!

Celulite, esse nome que faz as mulheres estremecerem e enveredarem por dietas loucas à base de chá verde e limão; esse nome que nos faz mirar-nos ao espelho durante mais tempo do que aconselhável, para depois deixarmos de comer gelados e outras porcarias que nos fazem tão felizes.

Pois é… depois de quase três décadas com o peso-pluma de 45 quilitos, eis que este ano senti em todo o corpo as transformações provocadas pela síndrome da PDI (Puta Da Idade), que primeiro se revelaram no facto de algumas peças de roupa deixarem de me servir e culminaram quando atingi o peso de 51 quilos! O terror invadiu-me e tomei algumas decisões.

Decidi, não fazer dieta porque isso acho que não preciso, mas pretendo alterar alguns hábitos alimentares e de sedentarismo, esses sim os principais causadores da terrível “Lipodistrofia Ginóide”.

Em relação à mudança de hábitos alimentares para mim até não é difícil, primeiro porque eu sou vegetariana e, logo aí, já consumo naturalmente mais vegetais; em segundo, porque nunca gostei muito de doces e, por isso mesmo, é muito raro cair na tentação de comer bolos ou várias barra de chocolate.

O meu verdadeiro problema reside nos genes tugas, impostos por gerações e gerações de familiares que dedicaram grande parte do seu tempo livre a grandes petiscadas, transferindo para o meu código genético o amor à bela da cervejinha (nada melhor para tirar a sede nestas tardes de Verão), aos salgadinhos e às batatas fritas. Ai sim é que a coisa fica preta e a porca torce o rabo…

Eu sou assumidamente uma batata-fritódependente e tenho de fazer alguma coisa em relação a isso, se pretendo ser uma trintona com “tudo no sítio”.

Enfim, sem querer entrar em exageros, porque afinal quem me tira a imperial e o pratinho de tremoços tira-me tudo, ehehehe, quero ver se tenho mais cuidado com o consumo de alimentos que, à partida, todos sabemos que nos fazem mal.

Ficam aqui algumas dicas:

- Beber cerca de 2 litro de água por dia (o que aumenta exponencialmente as viagens ao WC).

- Comer mais alimentos integrais (massas, arroz e pão).

- Comer muita fruta e vegetais verdes.

- Comer menos ao jantar, porque à noite o organismo gasta menos energia e, por isso, armazena as calorias sob a forma de gordura.

- Evitar beber refrigerantes.

- Fazer exercício físico.


Podem ler mais sobre este assunto aqui e aqui.

Mas atenção, não vamos ser mais papistas que o papa!

7.06.2006

No comments...


in Jornal Destak, 06 de Julho 2006

Estou...


... com a cabeça nas ondas e o coração no MAR.

7.05.2006

APETITE!!!!!

Hoje vou interromper os meus hábitos vegetarianos,
estou com apetite e...
Quero comer um GALO ao jantar!!!

7.03.2006

Adrenalina!!!

Num fim-de-semana de emoções fortes, principalmente devido à nossa fabulosa vitória contra a Inglaterra, tenho de dar um destaque especial ao bodyboard no Domingo.

A praia no Sábado passou-se sem ondas, infelizmente, e o foi dia interrompido a meio para regressarmos a casa a tempo de assistir ao jogo. Foi engraçado ver as pessoas a retirarem-se a pouco e pouco, algumas já vestidas a rigor de vermelho e verde até que, por volta das 14:30h, a praia ficou completamente deserta!

No Domingo, assim que o pessoal acordou, às horas possíveis depois da noitada de Sábado, fomos de imediato em busca da onda ideal. Depois de um telefonema para sabermos qual a praia onde arranjaríamos um bom spot, rumámos à Costa da Caparica para vermos como estavam as ondas entre as praias dos pontões. Acabámos por ficar na praia do Dragão, calçamos os pés de pato e fizemo-nos ao mar!

Foi aí então que tive a minha experiência mística!

Foi uma coisa brutal!!! Parecia que eu voava em cima da prancha, sempre a uma velocidade doida, a sentir simultaneamente medo e fascínio. Uma revelação!!! Foi realmente potente, uma cena de uma adrenalina brutal!

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